Walking the roads of our youth
Through the land of our childhood, our home, and our truth
Be near me, guide me, always stay beside me
So I can be free
Free
Let’s roam this place, familiar and vast
Our playground of green frames our past
We were wanderers
Never lost
Always home
When every place was fenceless
And time was endless
Our ways were always the same
Cool my demons and walk with me, my brother
Until our roads lead us away from each other
And if your heart’s full of sorrow, keep walking
Don’t rest
And promise me from heart to chest to never let your memories die
Never
I will always be alive and by your side
In your mind
I’m free
(Johnnie Walker)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Incompetência
“Na maioria das vezes, um líder incompetente tem uma equipa excelente, todavia, devido à incompetência do líder, ele não consegue ver isso, e acaba prejudicando toda a equipa.”
Humberto Queiroz
...
"Se queres provar-nos que és competente em agricultura, não o proves semeando urtigas."
Georg Lichtenberg
...
"Se queres provar-nos que és competente em agricultura, não o proves semeando urtigas."
Georg Lichtenberg
sábado, 6 de junho de 2015
segunda-feira, 3 de março de 2014
quinta-feira, 6 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
The River Why Inspiration...
Quietly as I watched the sun wake the valley I felt as though an oldest, greatest, longest-lost friend had come to walk the road, unseen, beside me. And just as quickly that feeling left and blended with the sunlight. I knew from this point on there was no escape and nowhere to go, I was already there…
People often don't know what they're talking about. But when they talk about life they really don't know what they're talking about. The one sure thing you can say about life is that there isn't much you can say about it, not that you shouldn't try, you can make analogies. Life is like a lot of things. One thing it's like is a stream, a stream when it's flowing between its own two banks at its own pace in its own sweet way…
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Hills I Ride...
Like hills I ride through all those years, all life, all death, all existence, all loss…
You rise and I fall, you rise on my fall, you rise on more…
You rise and I fall, you rise on my fall, you rise on more…
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Thoughts...
At the risk of being labeled weird I'm going to throw it out there:
Everything seems the same, same work, same problems, same people, same habits, the same social, consumerist and financial prison, day after day, week after week, month after month, year after year… it drains our light… it's a déjà vu all over again… and surfing seems to be the only thing that keeps me sane, that balances my mind. And life goes one, goals are achieved and as we dream of the perfect wave, the perfect job, the perfect house, the perfect soul mate. When we get there, we dream of something else....
One day I decided to paddle alone between two surf spots, and half way across I found myself too tired to continue. I stopped paddling and just sat there… I've never felt so insignificant in my whole life. But sometimes when you're most alone, you're not alone at all... and sometimes you need your space, your time, and just like in life, surfing is basically a pretty selfish activity, not because we are selfish but because riding waves feels… really good… comfortable, like you’re in peace, like you’re at home… That’s about it.
Where you are, is part of who you are...
Inspired from "The Drifter"
Everything seems the same, same work, same problems, same people, same habits, the same social, consumerist and financial prison, day after day, week after week, month after month, year after year… it drains our light… it's a déjà vu all over again… and surfing seems to be the only thing that keeps me sane, that balances my mind. And life goes one, goals are achieved and as we dream of the perfect wave, the perfect job, the perfect house, the perfect soul mate. When we get there, we dream of something else....
One day I decided to paddle alone between two surf spots, and half way across I found myself too tired to continue. I stopped paddling and just sat there… I've never felt so insignificant in my whole life. But sometimes when you're most alone, you're not alone at all... and sometimes you need your space, your time, and just like in life, surfing is basically a pretty selfish activity, not because we are selfish but because riding waves feels… really good… comfortable, like you’re in peace, like you’re at home… That’s about it.
Where you are, is part of who you are...
Inspired from "The Drifter"
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Acreditar...
“Acreditar é mais fácil do que pensar.
Daí existirem muito mais crentes do que pensadores.”
Bruce Calvert
Daí existirem muito mais crentes do que pensadores.”
Bruce Calvert
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Caleidoscópio...
"De vez em quando paramos para pensar, mas só pensamos na maioria das vezes quando as coisas nos correm mal, quando não temos aquilo que queremos. Devemos pensar principalmente é nos momentos bons, vivê-los com força, com intensidade. Porque a vida é um turbilhão de utopias e caleidoscópios todas eles com um calor diferente, todos eles com uma força e um valor diferente. Passamos por coisas difíceis na vida só para termos a coragem de os ultrapassar, se ultrapassamos então somos uns vencedores.
Na vida amamos muitas vezes e outras pessoas são nos indiferentes (porque oposto do amor é a indiferença) e ficamos surpreendidos por sentir uma mão de quem menos esperamos. A cobardia é só um simples sinal de fraqueza, mas a sinceridade em vez não é uma cura… somos todos feitos de matéria, de natureza, a vida é só simplesmente uma caminhada. Aqueles que se cruzam no nosso caminho são SEMPRE bengalas e setas na nossa caminhada, só que muitas vezes o nosso egoísmo cega-nos e não conseguimos ver as coisas certas. Mas sempre que passa a chuva vem o sol e até o arco-íris.
Aqueles que se mantêm ao longo do tempo só vêm provar a nossa fragilidade, a nossa necessidade de amor de carinho que rejeitamos muitas vezes. Mas apesar da rejeição esses seres estão lá sempre, e é com esses seres que mais nos zangamos, somos injustos mas eles continuam lá, esses seres são os nossos anjinhos aqui na terra. Podem estar perto de ti ou então longe mas ninguém os tira de um lugar, ninguém os tira do teu coração, porque aí só tu mandas.
Na vida amamos muitas vezes e outras pessoas são nos indiferentes (porque oposto do amor é a indiferença) e ficamos surpreendidos por sentir uma mão de quem menos esperamos. A cobardia é só um simples sinal de fraqueza, mas a sinceridade em vez não é uma cura… somos todos feitos de matéria, de natureza, a vida é só simplesmente uma caminhada. Aqueles que se cruzam no nosso caminho são SEMPRE bengalas e setas na nossa caminhada, só que muitas vezes o nosso egoísmo cega-nos e não conseguimos ver as coisas certas. Mas sempre que passa a chuva vem o sol e até o arco-íris.
Aqueles que se mantêm ao longo do tempo só vêm provar a nossa fragilidade, a nossa necessidade de amor de carinho que rejeitamos muitas vezes. Mas apesar da rejeição esses seres estão lá sempre, e é com esses seres que mais nos zangamos, somos injustos mas eles continuam lá, esses seres são os nossos anjinhos aqui na terra. Podem estar perto de ti ou então longe mas ninguém os tira de um lugar, ninguém os tira do teu coração, porque aí só tu mandas.
Este diário é para agradecer aos meus anjinhos que sem palavras e às vezes só com um simples sorriso ajudaram-me a ver a luz e o caminho certo a seguir. Esses anjinhos sabem que não tenho medo de nada, montanhas e trovoadas não me assustam porque jamais perco a minha identidade e deixo de ser quem sou onde quer que esteja.
A esses anjinhos que são humanos como eu, quero agradecer terem aprendido, partilhado e amado comigo e eu com eles. Quero também dizer-lhes que nunca deixem de ser quem são pois como me aqueceram a alma a mim têm também a capacidade de aquecer a alma a outros, são uns privilegiados porque são o que muita gente vai perdendo com o tempo… o saber ser genuíno e autêntico. Quero dizer-lhes que nunca deixem de amar, e principalmente de perdoar com o coração aberto e de acreditar que se o caminho por vezes é difícil de ser percorrido muitos outros estão bem pior que nós e jamais se esquecem de sorrir, de brilhar. A vida é um mistério, não quero decifrá-la, quero vivê-la com muita intensidade e força como fiz até hoje.
Os fracos que fui encontrando no meu caminho, a esses só espero que aprendam alguma coisa com os seus erros e que percebam que a vida é uma caminhada e só devemos levar o que é verdadeiramente importante. Sinto que nalguma coisa fui professora deles, cabe-lhes quererem aprender porque nunca é tarde para mudar o rumo, porque só é tarde quando nos acomodamos às situações e achamos que não há nada a fazer, devemos fiar assim para sempre. NA VIDA NÃO EXISTE SEMPRE NEM NUNCA EXISTE AGORA... VIVE…"
M. Rosário
Adorei... Obrigado ;)
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Mergulhar a cabeça nas mãos...
Quantas vezes mergulho a cabeça nas mãos, incrédulo com a indecisão, o “tu não entendes”, o “mas é que” e outras parábolas indeterminantes que não dão asas à mudança e à libertação definitiva de certos males ou atitudes abusivas. Por vezes um simples, directo e autoritário “não” é um excelente insecticida desparasitante que nos honra e fortalece em relação aos usurpadores de alma, mentes utópicas que só nos fragilizam… mas eu sei, eu sei que é um processo moroso em que pouco ou nada posso fazer porque enquanto houver o pavor à mudança, haverá sempre falta de vontade em evoluir e crescer…
Depois existem os locais onde se veneram o falso, temporário e irreal êxtase do momento que gera dependência e quando surgem os problemas reais, os momentos de decisão, normalmente dispara o mecanismo de defesa em que é mais fácil acabar ou fugir dos problemas que enfrentá-los… mas essas atitudes não resolvem nada, o “está-se bem” apenas disfarça e atenua a dor do momento, a verdadeira dor é a que nos faz sentir vivos, úteis e dispostos a mudar, a lutar por algo melhor…
E sente-se por vezes uma tensão no ar, o fraquejar perante os hábitos, os vícios, os tabus, o círculo fechado de guetos ditos de amizade, de tribos da sociedade onde não se enxerga o bom senso e não se dá voz à razão… que vontade em defender, teorizar e expor certas ideologias ou metodologias e não as colocar em prática, em não auto-praticar e não utilizá-las porque só servem para os outros, porque a mim não me acontece nada, porque sou consciente dentro da pouca lucidez, porque sou um ser superior aos outros ou um super indivíduo que é imune aos males que nos rodeiam… que verdadeira hipocrisia, indolência pura e cristalina onde só não vê e não crê quem não quer… como gostaria de pensar assim, ou seja, não pensar, ser insensato e ver o mundo como uma criança de 5 anos…
Como gostaria de me afastar, de prolongar a distância entre vontades sem perder aqueles que realmente gosto, como gostaria de me distanciar das fraquezas ou aspectos que podem fragilizar o meu bem-estar, a minha vida pessoal e profissional sem deixar de parte aqueles que venero, que amo… mas é irredutível… quantas vezes sinto que estou a atravessar um quarto ou local e sinto que estou a deixar-me ser levado pelo momento e pela multidão, ou será que são os locais e as multidões que se deslocam e fluem por entre mim, sem me mexer, impávido e demasiado sereno quanto à mudança? E estou num lugar onde reconheço a cara de toda a gente mas na realidade não conheço ninguém, são todos conhecidos mas ao mesmo tempo estranhos…
Realmente, por vezes, prefiro não saber, estar ausente de preocupações supérfluas que apenas vão alimentar mais chatices… mais vale ignorar certos assuntos, dando-lhes a importância que merecem que é nada ou quase nenhuma… pois as rotinas do culto inconsciente só são perceptíveis para quem as analisa de longe e eu sei que a realidade encontra-se nos momentos lúcidos e a fantasia nos delírios…
Na verdade não receio o amanhã, apenas tenho medo no que me posso vir a tornar ou no que posso vir a fazer… e sinto a falta de acordar ao teu lado, de sentir o teu cheiro, absorver o teu calor e não me sentir esquecido pelo mundo, incompleto, só e amargurado…
Depois existem os locais onde se veneram o falso, temporário e irreal êxtase do momento que gera dependência e quando surgem os problemas reais, os momentos de decisão, normalmente dispara o mecanismo de defesa em que é mais fácil acabar ou fugir dos problemas que enfrentá-los… mas essas atitudes não resolvem nada, o “está-se bem” apenas disfarça e atenua a dor do momento, a verdadeira dor é a que nos faz sentir vivos, úteis e dispostos a mudar, a lutar por algo melhor…
E sente-se por vezes uma tensão no ar, o fraquejar perante os hábitos, os vícios, os tabus, o círculo fechado de guetos ditos de amizade, de tribos da sociedade onde não se enxerga o bom senso e não se dá voz à razão… que vontade em defender, teorizar e expor certas ideologias ou metodologias e não as colocar em prática, em não auto-praticar e não utilizá-las porque só servem para os outros, porque a mim não me acontece nada, porque sou consciente dentro da pouca lucidez, porque sou um ser superior aos outros ou um super indivíduo que é imune aos males que nos rodeiam… que verdadeira hipocrisia, indolência pura e cristalina onde só não vê e não crê quem não quer… como gostaria de pensar assim, ou seja, não pensar, ser insensato e ver o mundo como uma criança de 5 anos…
Como gostaria de me afastar, de prolongar a distância entre vontades sem perder aqueles que realmente gosto, como gostaria de me distanciar das fraquezas ou aspectos que podem fragilizar o meu bem-estar, a minha vida pessoal e profissional sem deixar de parte aqueles que venero, que amo… mas é irredutível… quantas vezes sinto que estou a atravessar um quarto ou local e sinto que estou a deixar-me ser levado pelo momento e pela multidão, ou será que são os locais e as multidões que se deslocam e fluem por entre mim, sem me mexer, impávido e demasiado sereno quanto à mudança? E estou num lugar onde reconheço a cara de toda a gente mas na realidade não conheço ninguém, são todos conhecidos mas ao mesmo tempo estranhos…
Realmente, por vezes, prefiro não saber, estar ausente de preocupações supérfluas que apenas vão alimentar mais chatices… mais vale ignorar certos assuntos, dando-lhes a importância que merecem que é nada ou quase nenhuma… pois as rotinas do culto inconsciente só são perceptíveis para quem as analisa de longe e eu sei que a realidade encontra-se nos momentos lúcidos e a fantasia nos delírios…
Na verdade não receio o amanhã, apenas tenho medo no que me posso vir a tornar ou no que posso vir a fazer… e sinto a falta de acordar ao teu lado, de sentir o teu cheiro, absorver o teu calor e não me sentir esquecido pelo mundo, incompleto, só e amargurado…
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu...
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é! Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és...
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão!"
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu...
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é! Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és...
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão!"
Fernando Pessoa
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Insanidade...
"Insanidade é repetir as mesmas acções e esperar resultados diferentes..."
Albert Einstein
(Gostei, gostei muito :-))
Albert Einstein
(Gostei, gostei muito :-))
segunda-feira, 10 de março de 2008
Em Stand-By...
Bem... não tenho publicado, não tenho tido tempo nem amarguras que justifiquem qualquer tipo de 'post' a ser publicado neste blog... por isso... deixo o blog em stand-by, ou seja, fica em repouso mas pronto a trabalhar (caso seja necessário)...
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
But why can't it be mine?
"I know someday you'll have a beautiful life. I know you'll be a sun in somebody else's sky. But why can't it be mine?"
Eddie Vedder
Eddie Vedder
domingo, 10 de fevereiro de 2008
O valor da solidão...
"A solidão, na acepção de se estar frequentemente sozinho, é essencial para qualquer profundidade na reflexão ou no carácter; e a solidão na presença da beleza e grandeza naturais é o berço de pensamentos e aspirações que não apenas fazem bem ao individuo, mas sem os quais a sociedade poderá passar mal."
John S. Mill
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